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ELA: como cuidar de alguém com esclerose lateral amiotrófica?

ELA - doença rara

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença degenerativa rara que ataca o sistema nervoso, causando paralisia progressiva dos membros e provocando a degeneração dos neurônios motores.

Com exceção dos 10% causados por defeito genético, as causas da ELA continuam desconhecidas.

A doença afeta cinco em cada cem mil pessoas. Ainda que seja mais comum em pessoas acima dos 50 anos, a ELA também pode se desenvolver em pessoas  jovens.

Entre seus principais sintomas estão:

  • Dificuldade de respirar;
  • Gagueira;
  • Babar e engasgar facilmente;
  • Cãibras musculares;
  • Perda gradativa da fala;
  • Perda de peso.

A seguir, estão 7 cuidados que pessoas com Esclerose Lateral Amiotrófica devem receber. É válido ressaltar que não há cura para a doença, apenas cuidados que podem amenizar os sintomas.

1. Riluzol (remédio utilizado no começo do tratamento da ELA)

Após o diagnóstico (que pode ser feito por um clínico ou neurologista), o paciente geralmente é orientado a tomar Riluzol. O medicamento retarda a progressão da doença.

2. Fisioterapia 

A Fisioterapia ajuda a manter o estado dos músculos em funcionamento, auxiliando também na saúde em geral. Com a dificuldade de movimentação do paciente, uma alternativa é recorrer a fisioterapia Home Care.

3. Contatar um nutricionista

A ajuda de um nutricionista é muito importante no tratamento da ELA, pois o paciente tende a sofrer com a perda de peso e nutrientes.

Amigos e familiares também podem ajudar, incentivando e ajudando o paciente a se alimentar.

Apesar de encontrar dificuldade para se alimentar, uma pessoa que sofre com essa doença precisa ingerir a quantidade diária de calorias.

4. Ajuda e apoio psicológico

Tanto para a continuidade dos tratamentos físicos quanto para preservar e cuidar da saúde mental do paciente, é aconselhado a ajuda de um psicólogo.

A família também é aconselhada e consultar um profissional da área, com objetivo de lidar com a doença da melhor maneira possível.

O stress psicológico e emocional pode ser muito forte, por isso, o psicológico é igualmente importante ao restante do tratamento.

5. Apoio familiar e de amigos

Muitas vezes, ao tentar ajudar, familiares e amigos acabam deixando o paciente em estado deprimido, pois o indivíduo pode sentir-se um fardo.

Especialmente por conta do stress físico e emocional ao qual está submetido, ou seja, piorando ainda mais os problemas psicológicos.

Por isso, é importante que o paciente seja tratado da maneira habitual. Parentes e amigos devem demonstrar apoio e compreensão, mas acima de tudo, passar segurança.

6. Manter o paciente informado

É imprescindível manter o paciente informado sobre os efeitos dos remédios, sintomas (atuais e futuros) e sobre os riscos da ELA.

Isso oferece uma sensação de confiança e garante que o paciente não se sinta excluído de alguma forma.

7. Tratamento em casa

O tratamento caseiro colabora para diminuir a mudança brusca da descoberta da ELA e deixar o paciente mais acomodado e confortável.

Receber cuidados no conforto do lar também evita a depressão e ansiedade decorrentes de mudanças de ambiente.

É importante lembrar que isso não é uma regra e o paciente pode sentir-se melhor sendo tratado num hospital, por exemplo, e deve-se respeitar sua escolha.

Restou alguma dúvida sobre as formas de cuidados disponíveis sobre a esclerose lateral amiotrófica? Então deixe um comentário.


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