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A importância da família na vida do idoso

Nos últimos 50 anos, a expectativa de vida dos brasileiros teve um aumento de 25 anos, passando de 48 para 73 anos de idade. O idoso, que cada vez vive mais, precisa ter garantida também não só sua longevidade, mas também a sua qualidade de vida, o que inclui a manutenção e preservação de suas relações pessoais.

Com a vida corrida que o brasileiro leva, há cada vez mais um afastamento entre os idosos e suas famílias, por não saberem balancear suas vidas pessoais com o cuidado aos mais velhos. Esse isolamento social não apenas pode causar danos emocionais, como diminuição da autoestima e bem-estar dos idosos além de depressão, ansiedade, insônia, aumento da produção do cortisol (hormônio que causa estresse). Também pode aumentar o desenvolvimento de doenças inflamatórias e cardiovasculares, da deterioração das atividades cerebrais e o risco de morte prematura em até 14%.

Segundo um estudo que ocorreu entre 2010 e 2013, do diretor do Centro de Neurociência Cognitiva e Social da Universidade de Chicago, John Cacioppo, a resistência física e mental de idosos com vidas sociais intensas é muito mais forte, pois dessa forma, eles teriam mais facilidade de lidar com adversidades.

Para isso, não é necessário que haja uma interação muito forte em todos os âmbitos da vida pessoal do idoso em todas as instituições que frequenta. O autor ressalta que a qualidade das relações é muito mais importante do que a quantidade, pois em todos os momentos da vida é necessário receber atenção e carinho de entes queridos em quem saiba que se pode confiar para resolução de problemas e fornecer proteção mútua. Quando há um bom relacionamento entre a família e o idoso, ele se sente valorizado, tem a auto-estima elevada, recebe carinho, atenção, suporte emocional e social, além de viver mais e melhor.

Está reservado à família, como principal instituição e como a primeira forma de socialização da vida das pessoas, o dever legal do cuidado dos idosos com quem mantém laços sanguíneos, e também o dever moral, como forma de gratidão e retribuição pelos cuidados que os filhos (e, às vezes, netos) receberam deles na infância até a vida adulta.

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A presença da família é imprescindível nesse momento da vida, por isso é preciso saber administrar o tempo, revesar entre os parentes que podem dar cuidados e atenção a seus antecessores, para que não haja sobrecarga para alguns membros da família, e fazer visitas frequentemente, principalmente caso os idosos morem em casas de repouso ou lares específicos.

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Até a próxima 🙂


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